12/05/2015 às 17:05 - Atualizado em 22/03/2016 às 18:34

Sindilojas Canoas participa do debate sobre alterações no Supersimples na Fecomércio-RS

A 1ª edição do Seminário Regional do Supersimples, agenda proposta pela Frente Parlamentar da Micro e Pequena Empresa, ocorreu na sede da Fecomércio-RS nesta segunda-feira (11). Com a participação do ministro da Secretaria da Micro e Pequena Empresa (SMPE), Guilherme Afif Domingos, do vice-governador do Estado José Paulo Cairoli, do deputado federal e 1º vice-presidente da Frente Parlamentar Mista da Micro e Pequena Empresa, Covatti Filho, do deputado federal e presidente da Comissão Especial do PLP 025/2007 – Supersimples, Afonso Hamm, e de representantes de entidades empresariais do Estado, o evento buscou alternativas ao regime tributário.

Na abertura do evento, o anfitrião e presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, destacou que o grande número de MPEs no país estimulam a busca por facilitar e incentivar o desenvolvimento destes estabelecimentos, que vêm ganhando cada vez mais espaço na economia. “Somos totalmente favoráveis à redução da burocracia e da desoneração tributária para as empresas, que já suportam tantos ônus tributários, trabalhistas e previdenciários, especialmente as pequenas, que possuem menores condições financeiras”, sinalizou Bohn.

O Sindilojas Canoas esteve representado por seu Conselheiro Fiscal, Carlos Teixeira e do diretor convidado, Marco schieck

Durante a fala do ministro Afif Domingos, ele salientou que os problemas das pequenas empresas do Simples vão além das questões de limites de faturamento, mas sim acontecem dentro das próprias tabelas do Simples. Afif apresentou números que mostram que mais de 96% dos empresários são micro e pequenos, mas que este volume não corresponde ao faturamento, pois eles representam somente 14% do total do faturamento, sendo as maiores responsáveis pelos empregos no país.

“Estamos investindo no nanismo empresarial, pois as pequenas empresas têm medo de crescer e suportar os tributos foram do Simples. Nossa alternativa é que seja adotada uma tabela progressiva, seguindo os moldes da tabela do IRPF, em que o empresário irá pagar o imposto só sobre a diferença”, destacou o ministro. A criação de faixas de transição na passagem da última faixa para o lucro presumido também poderiam ser uma solução, de acordo com Afif. A apresentação do ministro pode ser acessada pelo link http://links.fecomercio-rs.org.br/ascom/estudosimples.pdf.

Esse debate será realizado ainda em outras capitais e deve reunir as realidades na busca por um projeto que seja construído entre diversos entes da sociedade. A expectativa do ministro é de que essa proposta construída tenha andamento ainda este ano.

Fonte: Ascom Fecomercio-RS

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Sindicato do Comércio Varejista de Canoas